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Linha de apoio aquiUnitec recebe investimentos
Nos últimos meses, a Incubadora da Unidade de Inovação Tecnológica da Unisinos (Unitec) recebeu sete novas empresas e viu acumular uma fila de igual número de projetos de outras interessadas em mudar-se para o endereço.
Atualmente, são doze incubadas, que atuam lado a lado a 24 empresas do Parque Tecnológico de São Leopoldo, como a gigante alemã de software de gestão empresarial SAP, a paulista Stefanini, a mexicana Softtek, e também a empresa formada por três jovens biólogos chamada Biota.
Essa concentração de corporações abre um leque de motivos, que contribuem para esse cenário de salas lotadas, nos cursos tecnológicos da Unisinos. O primeiro deles é o próprio aquecimento do mercado local para empresas de base tecnológica. Para melhor aproveitá-lo, a universidade optou por reinvestir na Unitec, dedicando o espaço, exclusivamente, ao empreendimento.
O crescimento do Parque Tecnológico, com dois projetos de expansão em andamento, Polotec e Partec, ocasionou uma maior divulgação da Incubadora da Unitec, o que levou a uma maior procura e, conseqüentemente, qualificação dos projetos.
Hoje, a Unitec conta com companhias destaques nas áreas em que atuam, mundo afora. Como é o caso da mais nova parceira da universidade, a e-Storage, que, entre suas habilitações, oferece alguns produtos da gigante da internet Google.
Além da sinergia, um outro diferencial é a relação estreita com o ambiente acadêmico, seja por meio de projetos vinculados à Unisinos ou pelo fato de algumas das incubadas serem formadas por alunos, ex-alunos e professores da instituição.
A Unitec estuda algumas formas de ampliar sua capacidade de abrigar novos empreendimentos. As empresas e pessoas físicas que têm interessa em participar da incubadora, precisam apenas ter um projeto, produto ou serviço, de qualquer área, caracterizado pela inovação tecnológica.
Este é o caminho pra lá…
PATUAPAUTASEGUNDASEG
Vamos falar, eu e o Prina, sobre a Biota Soluções Ambientais. Os três caras são formados em biologia na Unisinos, bem como mestres aqui, e resolveram montar uma empresa. Surgiu a oportunidade de integrar a incubadora Unitec. Eles têm três anos pra se erguer, prazo que está num contrato. Por que isso? A empresa em questão não precisa entrar com quase nada de recursos financeiros. A estrutura oferece salas, computadores, telefonista, e todas as “regalias” pra se começar. Mas eles têm um prazo pra ficar quentinhos lá.
E então vamos investigar a tragetória desses chovens (lê-se jovens) e contá-la na reportagem. Os guris já arranjaram vários clientes. E, ah, falando nisso: o trabalho deles constiste em: VEJA MAIS VEJA MAIS VEJA MAIS HOHOHOHO
Em 12 anos a coisa muda. Até demais.
Dinheiro abundante em caixa, salários bacanas, muitos funcionários, equipamentos de ponta. Isso em dez de novembro de 1995. Há doze anos atrás quando foi implantada a Rádio Unisinos FM 103.3. Primeira e única emissora da universidade até então.
O projeto inicial foi do professor de rádio Paulo Torino, que virou diretor. Desde aquele período, nunca seria realizado um plano de estatística de audiência. Até hoje, só se tem idéia das faixas etárias dos ouvintes: de 18 a 40 anos.
O únicos comprovantes são os telefonemas, os e-mails, do MSN e as visitas dos ouvintes até os estúdios. Segundo Luiz Henrique Porsche, programador musical da emissora, a idéia positiva de não haver estatísticas é a despreocupação em alcançar audiência. Claro que sem descuidar da produção de programas, bem como as músicas que incluem o set. Era verdade que havia outras rádios “concorrentes“.
Em 2007, a rádio divide com a TV Unisinos um orçamento de um milhão de reais.
Pauta pro Grau B
A idéia é produzir uma matéria sobre os doze anos da Unisinos FM. Com isso, a reportagem conta parte da história e como ela é hoje em dia. Passando pelos profissionais que passaram por lá, bem como estagiaram na rádio e entraram no mercado. No texto vai aparecer também os tempos de “vacas gordas” da emissora, lembrando o histórico Kombão do Rock.
Nos últimos quatro anos a Unisinos FM passou por transformações na programação musical. Vira de Rádio Blues a Rádio Rock n’roll. E desde 2006 deixa este conceito usando frases como “rock com neurônios”, “Unisinos FM, tudo o que você precisa ouvir”, etc.
Na matéria haverá um vídeo com ouvintes e parceiros da rádio falando um pouco sobre suas percepções. Além de fotos da equipe.
Diretor de “Tropa de Elite” diz que não fuma maconha nem usa Rolex
Matéria retirada do site Folha.com.br
O cineasta José Padilha, 40, diretor do documentário “Ônibus 174″ e do filme “Tropa de Elite”, participou nesta terça-feira de uma sabatina promovida pela Folha. No evento, ele afirmou acreditar que a violência não é fruto da pobreza; que as drogas deveriam ser legalizadas; que o cinema atrairia as classes mais pobres com ingressos a R$ 5; e que “não usaria” um Rolex no Brasil.Questionado pela platéia, Padilha afirmou que não fuma maconha, mas que já o fez. “Num mundo ideal, sou a favor da legalização das drogas e do tratamento [dos usuários] como questão de saúde pública”, disse.
O diretor defendeu que a política em relação ao consumo de drogas seja similar à usada hoje com o tabaco. “O Estado não diz que você não pode fumar [cigarro]. Mas as campanhas combatem o cigarro, os impostos são elevados e o consumo, sem a proibição, caiu.”
Sobre a polêmica gerada pelo artigo que o apresentador Luciano Huck escreveu sobre o roubo de seu Rolex, em São Paulo, Padilha respondeu com uma citação de Confúcio. “Num país justo, a miséria é uma vergonha. Num país injusto, a riqueza é uma vergonha.”
O diretor afirmou que pensou na possibilidade de escrever um artigo para encerrar o debate contando a versão de um policial.
“O [escritor] Ferréz escreveu sobre o dia do correria [do ladrão], eu vou escrever sobre o dia do policial. O cara ganha R$ 700, sai de casa num carro da polícia caindo aos pedaços, anda pela periferia e chega na casa de um criminoso. Ele enquadra o cara, põe o saco, tira o saco e o bandido entrega o Rolex. Ele [policial] olha o relógio, pensa no Luciano Huck –pô, o cara inventou a Tiazinha–, mata o criminoso e fica com o Rolex.”
Em seu artigo, Huck “chamava” o capitão Nascimento, protagonista de “Tropa de Elite“, para resolver os problemas da violência em São Paulo. Para Padilha, Huck errou ao evocar o personagem. “Ele foi errado porque o capitão Nascimento acredita que violência se combate com violência.”
Padilha amenizou as críticas ao afirmar que Huck escreveu seu artigo “no calor da emoção”, sem “parar pra pensar”. “Eu não usaria um Rolex, mas o Luciano Huck usaria. Ou melhor, usava, porque roubaram o dele.”
Ai, e se eu não entender a Bienal?
O centro da capital porto alegrense está movimentada desde o começo da Bienal do Mercosul. Aliás, bem movimentada. A cada fim de semana circulam milhares de pessoas no MARGS, no Santander Cultural e no Cais do Porto.
E como contemplar um acontecimento destes? Ser perturbado pelas obras daqueles que fazem parte da arte contemporânea. Mas… o que ser arte contemporânea? (inclusive, bom saber que é isso, pois assim não chegamos boiando à Bienal. Afinal de contas ter essa informação é absoluatamente necessária para a compreensão das obras, não é mesmo? Ou melhor, é preciso compreendê-las? )
Quem poderá nos ajudar? O mediador. Como em todas as bienais, um personagem fundamental para discutir e dialogar sobre arte contemporânea é ele. 190 pessoas foram selecionadas e preparadas com cursos e palestras durante seis meses para receber o público.
“Uma bienal só funciona na medida que existe uma comunicação entre a obra e o atrista. Um questionamento, um diálogo entre eles. Cada um tem uma idéia sobre aquilo que não que não é uma coisa fixa. Uma obra de arte não é fixa, tem que trazer questionamento, tem que mexer com o público”, constata Alexia de Meirelles, mediadora.
Esse pessoal tomou aulas de história da arte, sobre cada um dos artistas que viriam expor na Bienal, e principalmente sobre o conceito de arte contemporânea. Que, segundo Wikipedia, este tipo de arte caracteriza-se por sua funcionalidade:
“Após a Segunda Guerra Mundial, com o mundo, e principalmente a Europa em crise, sobrepõe-se aos costumes a necessidade da produção em massa, que se mostrava ainda recatada. Para tal, tudo o que é produzido passa por uma esterilização que simplifica, basicamente, as formas e torna-as conceptuais, atrativas e práticas. É atribuído aos produtos um valor essencial: a funcionalidade. Este processo adaptou-se à arte.”
Segundo Alexia os mediadores recebem diariamente grupos escolares com crianças de 10 a 17 anos. A maioria desses estudantes já preparados com material sobre as obras antes de começar a Bienal.
Quer dizer, durante todo o ano de 2007, centenas de instituições de ensino receberam a visita do Projeto Pedagógico. Uma
iniciativa da Fundação Bienal do Mercosul. Os professores trabalharam dentro da grade curricular sobre a tal arte contemporânea. Mostrando obras, artistas, e trabalhando significados e diálogos. E o processo termina, aparentemente, com a figura do mediador.
“É quando estas crianças e adolescentes visitam pessoalmente o mundofantástico da Bienal. E põem em prática o que desenvolveram em sala de aula”, finaliza Alexia.
Síntese:
Efeitos colaterais pós 11/9
Após os ataques terroristas de 11 de setembro, as torres gêmeas se transformaram em toneladas de escombros tóxicos. Três meses se seguiram com chamas liberando dioxinas e hidrocarbonetos policíclicos. Ambos altamente prejudiciais à saúde. Os 90 mil litros de combustível dos aviões que colidiram com o WTC criaram uma densa nuvem de fumaça negra contendo materiais como benzina e metais.
Dados publicados nesta terça-feira pela Mount Sinai School of Medicine revelam que após seis anos ainda há vítimas dos atentados. Cerca de 40 mil pessoas ficaram expostas à poeira tóxica nos três meses seguintes e adoeceram. Destas, 1.138 apresentaram graves condições respiratórias. O governo norte-americano estima que estas vítimas vão precisar de atendimento médico por 30 ou 40 anos.
A situação é ainda mais agravante, pois 45% dos bombeiros que atuaram nos resgates sofreram perda de sua capacidade pulmonar um ano após ataques. Proporcionalmente, este prejuízo seria adquirido em 12 anos de atividades regulares.
Este ano em Nova York foi criado o Centro de Saúde do WTC, com capacidade de atender seis mil pacientes. Foram investidos US$ 16 milhões (cerca de R$ 34,5 milhões).
Nada se cria, tudo é apropriação
Os sites de notícias apreenderam o conteúdo do jornal impresso. Como exemplo a Globo.com, recentemente com layout modificado. Pereira se apropriou dos significados da escrita de McLuhan. Pensando a partir dele pode-se dizer que quando o site se adapta à linguagem dos jornais, “ele se apropria de um meio que é familiar a um sitema/usuário”, conquistando uma gramática própria. Como o uso de links que dão acesso a outros assuntos. Em jornais, a idéia, a conclusão tem de estar escrita ali, pois se esgota. Para termos continuação da história há de ter uma nova publicação. No caso do link, uma gama maior de significados, abolindo a idéia de arbitrariedade, se torna possível.
Detalhes são notáveis na nova estrutura de capa da Globo.com. Por exemplo, trazem cinco culunas, antes eram quatro, com mais respiros. A cor de fundo é uniforme, branca. Está visualmente mais limpa. Mas ao contrário do outro formato, o site levava na capa um espaço para vídeos. Um eficaz suporte, e dialogável, com a web.
Não há uma gramática específica para a web. Levando em conta a apropriação e adaptação de outras linguagens, a web é um espaço relativamente novo e, parece, ser condenada a esta apropriação constantemente. Um espaço mutável que abriga e suporta diversas linguagens. E, conforme Pereira, “uma gramática é uma tecnologia que só ganha utilidade quando usada’. E a web se reconfigura a cada dia.
Título feito para o segundo post
A cadeira de jornalismo online começou semana passada. Criamos um blog. O meu é este. Vamos continuar com ele até o final do semestre. Eu, somente até o final mesmo. Blogs não me apetecem.
Porém, contudo, todavia, é interessante conhecer mais esta possibilidade do jornalismo. Online. Jornalismo na internet. Formato de texto ainda confuso para mim. E pra muita gente. Ler na internet. Escrever para a internet.
Qual é a maneira mais adequada de publicar na rede? Tenho como referências a Folha, a Reuters, o G1. Não muitos. Espero descobrir aqui. Ou ao menos ter um lusque-fusque.
